A realização de um Encontro Nacional de Solidariedade a Cuba na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) é um verdadeiro tapa na cara dos brasileiros que preservam valores, buscam prosperar pelo trabalho e respeitam o dinheiro público. Enquanto o país enfrenta desafios estruturais na educação, na geração de empregos e no desenvolvimento tecnológico, nossa universidade pública, que deveria ser um polo de conhecimento e inovação, se transforma em palco de doutrinação e promoção de ideologias ultrapassadas e autoritárias.
A UFES, ao longo dos anos, tem sido um centro de formação e apoio ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a outras organizações que atuam à margem da lei. O ambiente acadêmico, que deveria ser um espaço de livre pensamento e pesquisa, tornou-se, em muitos cursos, um verdadeiro laboratório de ativismo ideológico, onde professores militantes impõem narrativas políticas e promovem assédio moral e intelectual contra alunos que ousam questionar suas posições.
Além disso, a universidade ostenta um dos maiores custos por aluno do país, sem que isso se reflita em entregas concretas para o Espírito Santo e para o Brasil. O que se vê são regalias, privilégios e o desvio do foco acadêmico para pautas político-partidárias, sempre com viés ideológico bem definido. O dinheiro público, que deveria ser investido em pesquisa, inovação e infraestrutura, é frequentemente direcionado para eventos e atividades que nada têm a ver com a formação de profissionais capacitados para o mercado de trabalho.
Denúncias de repasses suspeitos de recursos internacionais para organizações vinculadas à universidade levantam questões sobre a verdadeira finalidade desses investimentos. Há um esforço contínuo para implantar ideólogos e desconstruir valores fundamentais para a sociedade brasileira, como o respeito à família, à fé e ao mérito individual. A UFES se tornou um reflexo da influência do Fórum de São Paulo, uma estrutura que há décadas trabalha para infiltrar ideologias de esquerda na América Latina e minar as bases do livre mercado e da democracia.
Ao exaltar figuras como Fidel Castro, Che Guevara e Nicolás Maduro, a universidade passa a endossar regimes que perseguem opositores, censuram a imprensa e destroem economias inteiras. Esse alinhamento com ditaduras socialistas revela a face mais perversa da manipulação ideológica que se instalou em muitas universidades brasileiras. Negam a presença de Deus, atacam o conceito tradicional de família, desvalorizam as tradições nacionais e seguem a cartilha de teóricos como Saul Alinsky, que defendem a manipulação da sociedade para a implementação de um projeto de poder totalitário.
O resultado desse processo é uma geração alienada, treinada e adestrada para depender do Estado, sem ambição de crescimento pessoal e profissional. Muitos estudantes saem da universidade sem uma formação sólida, mas com um discurso pronto para atacar o setor produtivo e glorificar modelos políticos falidos. Essa mentalidade enfraquece o país e prejudica a competitividade do Brasil no cenário global.
Entretanto, nem tudo está perdido. Ainda existem ilhas de excelência dentro da UFES, principalmente nos cursos ligados à ciência e tecnologia, onde a influência ideológica não conseguiu sufocar completamente o compromisso com a inovação e o progresso. Esses centros de resistência precisam ser fortalecidos, e a sociedade capixaba deve cobrar mais transparência e compromisso com a real missão da universidade.
Diante desse cenário, autoridades civis, religiosas, políticas e acadêmicas sérias precisam se posicionar contra esse movimento. Permitir que a UFES continue sendo usada como ferramenta de doutrinação é um erro que pode custar caro ao Espírito Santo e ao Brasil. Acordemos antes que seja tarde demais!