Para
os apreciadores, produtores e entusiastas, o Anuário do Café 2021 está no ar.
Publicado pela revista Campo e Negócios, o documento traz informações sobre
produção, custos e mercado do grão.
A
produção de café fechou o ano com 9,4% de crescimento no volume de exportações,
com 44,5 milhões de sacas, um recorde histórico. O maior comprador foram os
Estados Unidos, resultando em uma receita de R$ 29 bilhões.
Além
da alta nas exportações gerais, os grãos superiores ou com algum certificado de
práticas sustentáveis também avançaram. Foram 7,9 milhões de sacas vendidas,
correspondendo a 17,7% do total. Se comparado ao ano anterior, foram 4,4%
exportações a mais.
O
deputado federal, vice-líder do governo na Câmara, 2º vice-presidente da Frente
Parlamentar da Agropecuária (FPA) e vice-presidente da Frente Parlamentar do
Café, Evair de Melo valoriza a publicação do Anuário do Café.
“O
Anuário do Café é uma fonte de conhecimento para todos nós. Devemos valorizar
cada vez mais, são dados que nos motivam a crescer mais, a investir e aprimorar
as técnicas de melhoria de nossas sacas”, declarou Evair de Melo.
Como
saldo global, produziram-se 168,55 milhões de sacas de café, apresentando uma
queda do volume de café arábica e incremento do café robusta.
Mesmo
com saldo positivo no ano cafeeiro anterior, a previsão é de queda na produção
no próximo. Em compensação, as áreas de formação de café devem apresentar
crescimento. Isso se dá, principalmente, por conta da bienalidade negativa e
adversidades climáticas apresentadas nas principais regiões de cultivo.
Atualmente, o país tem 2,2 milhões de hectares de café e 264 mil produtores.
Matérias
especiais
Além das informações e previsões para os próximos anos, o Anuário ainda traz matérias especiais sobre os grãos diferenciados. Você conhecerá a história dos 50 anos do tipo Catimor no Brasil e a Fazenda de Santo Antônio, em Araponga, Minas Gerais, premiada nacional e internacionalmente pela qualidade de seu grão para café expresso.