A
recomposição da verba do Programa de Financiamento às Exportações (PROEX),
incluída no Projeto de Lei (PLN) 4/2021 trará contribuição efetiva nas
estratégias de recuperação da indústria brasileira.
O
deputado federal, vice-líder do governo na Câmara e presidente da Frente
Parlamentar do Comércio Internacional e Investimentos (FrenCOMEX), participou no
dia 09 de abril de uma importante reunião sobre o Programa de Financiamento às
Exportações - PROEX. O debate contou com a presença de representantes da Confederação
Nacional da Indústria (CNI), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e
Equipamentos (ABIMAQ), do IBCI e do secretário do Tesouro Nacional, Bruno
Funchal.
O
objetivo da reunião era explicar a importância do Programo de Financiamento às
Exportações para a indústria nacional, o que resultou na liberação do recurso
de R$500 milhões ao Proex.
O
Proex Equalização é o único apoio governamental aos exportadores de bens de
capital, que investem em tecnologia para concorrer no mercado externo. A competitividade
internacional alcançada com a Equalização do custo Brasil é, atualmente, uma
premissa para a viabilização de exportações máquinas e equipamentos de alta
tecnologia.
“Sigo
lutando para fortalecer as exportações brasileiras e proteger à indústria e o
emprego. Os recursos destinados ao PROEX em 2021 estão vinculados a operações
aprovadas em 2020. Portanto, se os cortes feitos pelo Congresso não fossem
revertidos, o programa poderia ser paralisado e dessa forma impactaria várias
cadeias, como: fabricação de aviões, equipamentos agrícolas, prensas
automotivas, caminhões e ônibus. Graças a nossa forte articulação conseguimos o
recurso de R$500 milhões para a recuperação das indústrias brasileiras. Contem
com o meu mandato para defender a competitividade da nossa indústria nacional”,
declarou Evair de Melo.
Todos
os países estão lutando contra a recessão econômica causada pela pandemia da
COVID-19, adotando medidas para proteger suas indústrias e empregos, e o
incentivo à exportação é uma das principais ferramentas que os governos
dispõem.
A
não aprovação desses recursos significa a paralização do Programa e, ainda, a
perda de vendas externas já negociadas e contratadas, com grande prejuízo para
a indústria brasileira que há meses está imersa nessa crise sem precedente. O
crédito suplementar de R$ 500 milhões pode alavancar exportações de valor
equivalente a US$ 2,6 bilhões, considerando a atual cotação do dólar americano.
Portanto,
a defesa desses recursos orçamentários tem o objetivo de promover o
aumento das exportações brasileiras, o que implica em incremento da produção
industrial, maior geração de renda e, em consequência, efetiva elevação da
arrecadação de impostos. Além de criar
empregos em toda a cadeia, que engloba milhares de pequenas e médias empresas.
Esse
processo é fundamental para aumentar a produtividade e acelerar o crescimento
econômico e, assim, ajudar o Governo a combater os efeitos da crise sobre os
setores produtivos.