Hoje, 7 de abril,
recebemos o Dia Mundial da Saúde em meio à maior crise sanitária das últimas
décadas. A pandemia mostrou que o mundo é mais frágil do que imaginávamos e que
os heróis contemporâneos vestem branco.
Em 2020, vimos os
profissionais da saúde lutando contra o tempo para que o maior número possível
de vidas fossem salvas. Em 2021, a luta é para que a liberdade chegue logo e
que um mundo saudável e igual seja construído em um “novo normal”. Todos os
países foram atingidos pelo vírus, mas as consequências são maiores para nações
como a nossa. A luta foi e ainda é árdua, mas estamos caminhando juntos,
mirando o fim.
Há um ano, quando se
tinha uma ideia vaga do que viria a ser a pandemia do novo coronavírus,
sabíamos que essa doença deveria ser respeitada e tratada com seriedade. Logo
em abril, pouco menos de um mês das primeiras medidas restritivas no país, a
Frente Parlamentar Mista do Comércio Internacional e Investimentos (FrenCOMEX),
presidida pelo deputado federal e vice-líder do governo na Câmara, Evair de
Melo, instituiu o Comitê de Crise, para que pudesse ser garantido o combate
efetivo e dinâmico à Covid-19, facilitando o comércio de ferramentas e serviços
essenciais no enfrentamento da pandemia.
Os meses iam passando e,
conforme a pandemia se tornava mais letal, a corrida para desenvolvimento da
vacina era incansável. Quando os primeiros testes foram feitos e os primeiros
resultados positivos saíram, a esperança começou a despontar em todo mundo. A
partir desse momento, a corrida era para garantir a compra do imunizante. Nessa
época, o deputado e agora, coordenador do Comitê de Crise, foi o relator da
Medida Provisória 1004/2020, que destinava R$2.5 bilhões ao Ministério da Saúde
para que fosse adquirido o pacote da Covax Facility, uma aliança global com
mais de 150 países, criada para impulsionar o desenvolvimento e a distribuição
das vacinas contra a Covid-19.
Enquanto a vacina não
chegava, os hospitais precisavam de insumos e estrutura. Em 2020, o parlamentar
garantiu a destinação de mais de 94,2 milhões em repasses federais para o
Espírito Santo, e a distribuição de 94 respiradores e 1246 leitos de UTI para o
estado. Além disso, ainda articulou o recebimento de aproximadamente R$ 50
milhões em doação de insumos e EPIs, vindos da China, e com um grupo de autoridades
chinesas e brasileiras uma missão humanitária que viabilizou o envio do
equivalente a 1700 cilindros de oxigênio para o Amazonas.
Com a vacinação
finalmente iniciada no Brasil, agora, Evair de Melo acompanha de perto a distribuição
do imunizante e cobra a aceleração da campanha. Durante a reunião da Comissão
de Seguridade Social e Família e a Comissão Direitos Humanos e Minorias, o
coordenador do Comitê de Crise solicitou ao Ministro da Saúde, Marcelo
Queiroga, que fosse feita uma recomendação formal por parte do Ministério da
Saúde ao Estados para que a distribuição de vacinas aos municípios ocorra de
maneira imediata após a chegada dos lotes nos aeroportos, a fim de evitar que a
distribuição aos municípios ocorra dias após o recebimento.
Na mesma reunião, o
parlamentar pediu atenção por parte do Ministério da Saúde aos Hospitais
Filantrópicos e Santas Casas que necessitam da aquisição de equipamentos e
recursos financeiros. Na ocasião, Queiroga disse que determinaria a análise da
situação das instituições, que são importantes no combate à pandemia.
O deputado tem lutado
para que todos os trabalhadores das atividades essenciais, públicas ou
privadas, sejam incluídos como grupos prioritários para a vacinação contra a
Covid-19. Para isso, apresentou à Câmara dos Deputados o Projeto de Lei
1154/202 Altera a Lei nº 14.124, de 10 de março de 2021.
Evair ainda tem
acompanhado de perto a distribuição de insumos, equipamentos e recursos para
ativação e manutenção de unidades intensivas. A pandemia ainda não acabou,
estamos vivendo seu pior momento.
“O Dia Mundial da Saúde
pode ser uma lembrança do quanto temos lutado e enfrentado no último ano. A
vacina é nossa esperança, mas ainda não acabou. A mesma seriedade de um ano
atrás precisa estar presente. A gratidão aos profissionais da saúde precisa
permanecer. A saúde mundial vai sair dessa e nós vamos vencer. Faremos isso
juntos”, concluiu Evair.