Evair de Melo vota contra a saída do Coaf do Ministério da Justiça

O Coaf na prevenção e no combate aos crimes de lavagem de dinheiro e financiamento de práticas terroristas



Vigilância 24 horas no combate à corrupção é a melhor saída para o resgate da credibilidade da política brasileira. Por isso, o Deputado Federal Evair de Melo (PP-ES) votou pela manutenção do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) como ferramenta do Ministério da Justiça, pauta presente na Medida Provisória (MP) 870.


Evair defendeu que a manutenção do Coaf no Ministério da Justiça seria uma oportunidade para aperfeiçoar o órgão e aumentar a eficiência do combate à corrupção e à lavagem de dinheiro. “A liderança do Ministro Moro no combate à corrupção o credencia a ter sobre sua tutela todos órgãos que diretamente podem auxiliá-lo nesse trabalho. Estou com Sergio Moro e não abro".


A MP 870 tem como objetivo estabelecer a organização básica, além de definir a estrutura e as competências dos órgãos ligados à Presidência da República e dos Ministérios. 


O Coaf


O Coaf foi criado em 1998, durante o Governo de Fernando Henrique Cardoso, no âmbito do Ministério da Fazenda, através da Lei 9.613. Sua principal função é atuar na prevenção e no combate aos crimes de lavagem de dinheiro e financiamento de práticas terroristas, coordenando e propondo mecanismos que torne ainda mais eficiente o enfrentamento à corrupção.


Além disso, compete ao Coaf regular setores econômicos onde não hajam órgão regulador ou fiscalizador próprio, como o comércio de jóias, pedras e metais preciosos, serviços de assessoria, auditoria, assistência e consultoria (com exceção de corretores imobiliários, economistas e contadores, por exemplo), fomento comercial, entre outros.