EVAIR PROPÕE RECONHECER RIO NOVO DO SUL COMO CAPITAL NACIONAL DO JUÇARA

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Projeto valoriza a vocação produtiva, ambiental e cultural do município, fortalecendo uma cadeia que une tradição, sustentabilidade e renda no campo.

 

Rio Novo do Sul pode receber um reconhecimento nacional que dialoga diretamente com sua identidade rural, ambiental e produtiva. O deputado federal Evair de Melo apresentou o Projeto de Lei nº 3170/2025, que confere ao município o título de Capital Nacional do Juçara, valorizando uma cultura que combina preservação, alimento, renda e pertencimento.

O juçara representa muito mais do que um produto regional. Ele está ligado à agricultura familiar, ao manejo sustentável e ao esforço de produtores que encontraram na valorização dos frutos nativos uma alternativa de desenvolvimento. Em Rio Novo do Sul, essa vocação ganha força porque conversa com a própria história do município: uma cidade de raízes rurais, comunidades fortes e relação direta com a terra.

A iniciativa de Evair busca dar visibilidade nacional a essa identidade. Como técnico agrícola, ex-presidente do Incaper e parlamentar reconhecido pela defesa do produtor rural, Evair tem construído uma trajetória voltada à valorização do campo, da ciência, da inovação e dos produtos capixabas. O reconhecimento de Rio Novo do Sul como Capital Nacional do Juçara se insere exatamente nessa linha: fortalecer quem produz, preservar tradições e transformar vocações locais em oportunidade.

O título pode impulsionar o turismo rural, ampliar a divulgação do produto, estimular novos investimentos e reforçar políticas de valorização da agricultura familiar e da sustentabilidade. Também ajuda a projetar Rio Novo do Sul como referência em um tema que une economia verde, cultura alimentar e preservação ambiental.

Com o projeto, Evair presta reconhecimento a uma cidade que tem no trabalho de sua gente e na força da natureza dois grandes patrimônios. Para Rio Novo do Sul, ser Capital Nacional do Juçara é afirmar ao Brasil que desenvolvimento também nasce das raízes, dos frutos da terra e da identidade de cada comunidade.

Atualmente o projeto de lei se encontra na Comissão de Constituição e Justiça (CCJC), para deliberação.