MONTANHA PODE SE TORNAR CAPITAL NACIONAL DA CARNE DE SOL POR PROJETO DE EVAIR DE MELO

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Proposta reconhece a tradição gastronômica do norte capixaba e valoriza produtores, empreendedores e famílias que transformaram a carne de sol em identidade local.

 

Montanha carrega no nome a força do norte capixaba e, agora, pode levar para o Brasil um reconhecimento à altura de sua tradição gastronômica. O deputado federal Evair de Melo apresentou o Projeto de Lei nº 2727/2025, que reconhece o município como Capital Nacional da Carne de Sol, valorizando um produto que movimenta a economia local, atrai visitantes e representa o modo de vida de muitas famílias da região.

A carne de sol de Montanha não é apenas um prato típico. É resultado de conhecimento artesanal, cuidado com a origem, seleção de cortes, trabalho de produtores e empreendedores locais e preservação de uma tradição passada entre gerações. O município já se destaca por eventos gastronômicos ligados ao produto e por iniciativas que ampliam sua visibilidade, inclusive com a distribuição de uma grande porção de carne de sol durante a Feira dos Municípios, ação que projetou Montanha para além das fronteiras capixabas.

A justificativa do projeto destaca que empresas locais vêm fortalecendo essa vocação com qualidade, certificação e capacidade de levar o produto a novos mercados. Esse ponto dialoga diretamente com uma das marcas da atuação de Evair: transformar produtos artesanais, saberes populares e vocações do interior em oportunidades concretas de renda, turismo e desenvolvimento.

Ao propor o título de Capital Nacional da Carne de Sol, Evair busca reconhecer o valor cultural, econômico e afetivo de uma tradição que já pertence ao povo de Montanha. A medida fortalece o turismo gastronômico, dá visibilidade aos produtores e ajuda a consolidar o município como referência nacional em um segmento que une sabor, identidade e trabalho.

Para Montanha, o reconhecimento representa mais do que uma homenagem. É uma declaração de orgulho ao povo que trabalha, preserva suas raízes e faz da própria culinária uma marca de pertencimento.

Atualmente, o projeto de lei se encontra na Comissão de Cultura (CCULT) para deliberação.