Renovação. Esse é o nome que deve
ser dado a gestão do presidente Jair Messias Bolsonaro que vem proporcionando
grandes mudanças em território brasileiro. Entre elas, está a sanção da lei que
altera códigos do trânsito.
O Projeto de Lei foi apresentado
pelo Ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas, por onde passou pela
Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. O texto original sofreu algumas
alterações, mas considerado uma vitória pelo Presidente junto ao Ministro. A
alteração entrará em vigor em seis meses.
O novo código traz com ele a
extensão na renovação da CNH, atualmente o prazo é de cinco para condutores com
idade inferior a 50 anos, com as alterações sobre para dez anos, assim como
passa a cada 5 anos, para condutores com idade igual ou superior a 50 anos e
inferior a 70 anos e a cada 3 anos, para condutores com idade igual ou superior
a 70 anos.
“É uma grande conquista para nós.
Não era aquilo que queríamos, mas já está ótimo, quem sabe no próximo ano não
podemos entrar com um novo projeto e acertar outros pontos? Nossa intenção é
facilitar a vida do motorista, ajudar principalmente aqueles que precisam de
sua CNH para levar o sustento para suas casas”, explicou o presidente Jair
Messias Bolsonaro.
O Ministro Tarcísio explicou o
motivo de elaborar o Projeto de Lei. “Vamos continuar trabalhando para que os
cidadãos sejam beneficiados e não penalizados. Queremos facilitar e dar mais
condições. Um exemplo era a penalidade aos motoristas que não utilizassem farol
aceso, conseguimos fazer com que seja obrigatório o uso apenas em neblina,
túnel, cerração ou fora do perímetro urbano. Os brasileiros podem confiar que
iremos sempre trabalhar pelo bem-estar de todos”, relatou o ministro.
“Essas mudanças são necessárias,
pois, desburocratizam e facilitam a vida de todos os motoristas brasileiros.
Estava na hora de mudarmos o código de trânsito, uma ótima gestão elaborada
pelo nosso presidente e seus ministros, que nos mostram cada dia mais o
compromisso com a vida e a dignidade de todos os brasileiros”, declarou Evair
de Melo.