“SISTEMA DE SAÚDE SUPLEMENTAR DEVE ATUAR DE MODO INTEGRADO E COM RESPONSABILIDADE SOCIAL CADA VEZ MAIOR”, AFIRMA EVAIR

O parlamentar participará da Assembleia Unimed nesta segunda (14)

Em atenção ao convite feito pela Federação das Cooperativas de Trabalho Médico do Espírito Santo (Unimed-ES), o deputado Evair de Melo – presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e membro atuante da comissão geral montada pela Câmara, para discutir a situação da saúde no Brasil – participará da assembleia que a empresa realiza nesta segunda-feira (14), no Centro de Convenções de Vitória.

 

Evair trabalha com o compromisso de ajudar a construir caminhos para o desenvolvimento de um sistema de saúde suplementar integrado, plural e com uma responsabilidade social cada vez maior. O vice-líder do Governo na Câmara tem acompanhado de perto a pauta do setor no Congresso Nacional, envolvendo principalmente questões ligadas às operadoras de planos de saúde, à OPME, à telemedicina, à saúde bucal e à celebração de parcerias público-privadas.

 

O parlamentar reconhece, ainda, o importante papel das cooperativas médicas brasileiras no enfrentamento da crise sanitária provocada pela pandemia de Covid-19: “As cooperativas de saúde estão presentes em 85% do território nacional e atendem, anualmente, mais de 25 milhões de brasileiros. Durante a crise do coronavírus, a Unimed promoveu parcerias com o SUS, doou equipamentos de proteção individual e realizou diversas ações de combate à fome. Além disso, entregou 14 novos hospitais, contratou mais de 11 mil profissionais de saúde e coordenou iniciativas sociais para a captação de recursos que beneficiaram 45 instituições sociais e mais de 22 mil famílias no país”.

 

O deputado Evair de Melo destaca, como prioridade, a importância de que a Unimed, maior sistema privado de cuidados com a saúde no Brasil, continue praticando o princípio cooperativista de interesse comunitário, firmando novas parcerias com o poder público e apresentando propostas que viabilizem a regulamentação dos planos de saúde e que ensejem uma possível revisão no Marco Regulatório da Saúde Complementar no Brasil. “Nosso objetivo agora é debater formas de ampliar o acesso aos serviços de saúde e apontar soluções políticas e institucionais que estimulem ações de saúde compartilhadas entre os setores público e privado”, pontuou ele