Congresso Nacional decide vetos do Novo Marco Legal do Saneamento Básico

Garantir a universalização e melhorias na qualidade de serviços ligados ao saneamento se tornam ainda mais urgente

Meta de garantir a universalização e melhorias na qualidade de serviços ligados ao saneamento se tornam ainda mais urgentes durante a pandemia

Quase metade da população brasileira ainda não tem acesso aos sistemas de esgotamento sanitário — o que representa mais de 100 milhões de pessoas utilizando medidas alternativas como fossas ou descarte direto em rios. Os dados publicados no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), referentes a 2018, expõem uma problemática urgente do nosso país: o saneamento básico.

Os índices do setor demonstram que o Brasil ainda está longe de alcançar a universalização dos serviços de saneamento. Para Evair de Melo, deputado federal e vice-líder do governo na Câmara, alcançar 100% de esgoto tratado e água encanada no Brasil estão entre os principais objetivos do governo, principalmente durante a pandemia do novo coronavírus. “A urgência do avanço na ampliação do acesso ao Saneamento Básico no Brasil é uma questão essencial para que milhões de pessoas tenham melhores condições de saúde, ainda mais no momento em que enfrentamos uma pandemia que exige cuidados básicos de higiene”, afirmou.

Evair de Melo participa ativamente das articulações políticas relacionadas ao tema. O parlamentar foi o presidente da Comissão Especial que discutiu o Marco Regulatório do Saneamento Básico.

Nesta semana, o Congresso Nacional decidirá vetos relacionados ao Marco Legal do Saneamento Básico (PL 4162/19, convertido na Lei 14.026/20). A regulamentação do setor está em discussão desde 2018. Um dos principais vetos relacionados à Lei é a prorrogação por mais 30 anos de atuais contratos de empresas atuais do segmento. Nessa prorrogação, deveriam ser incluídas as metas de universalização do saneamento e dos serviços correlatos (coleta urbana, destinação de resíduos, limpeza urbana, etc).

 

Novo Marco Legal do Saneamento Básico

O governo brasileiro deu importantes passos rumo à universalização do saneamento básico. Em julho de 2020, o presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou o novo Marco Legal do Saneamento Básico. O principal objetivo da legislação é garantir o acesso e qualificar a prestação dos serviços no setor. Com o Novo Marco, a meta do Governo Federal é alcançar a universalização até o ano de 2033, garantindo que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90% ao tratamento e à coleta de esgoto.

Segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a  expectativa é que a universalização dos serviços de água e esgoto reduza em até R$ 1,45 bilhão os custos anuais com saúde. Além disso, a cada R$ 1 investido em saneamento, deverá ser gerada economia de R$ 4 com a prevenção de doenças causadas pela falta do serviço, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Com informações do Ministério do Desenvolvimento Regional

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